Saída de Caroline De Toni do PL expõe disputa interna e força do comando nacional nas articulações para 2026

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A decisão da deputada federal Caroline De Toni (SC) de deixar o PL após recusar um acordo proposto por Valdemar Costa Neto evidencia a disputa interna do partido e o peso das articulações nacionais na formação das chapas para 2026.
Nos bastidores, a direção nacional deixou claro que não haveria espaço para a deputada disputar o Senado. O veto estaria ligado a um acordo com o PP, que garante ao senador Esperidião Amin uma vaga na chapa catarinense, enquanto a outra estaria reservada a Carlos Bolsonaro, dentro da estratégia do núcleo bolsonarista.
Como alternativa, Caroline foi convidada a integrar a chapa de Jorginho Mello como vice-governadora e recebeu a promessa de liderança do partido na Câmara em 2027, caso disputasse a reeleição. A recusa expôs o conflito entre o comando nacional e lideranças locais.
No mesmo dia, Jorginho Mello afirmou publicamente que Caroline seria sua candidata ao Senado, sinalizando resistência à cúpula partidária. Com a saída do PL, a deputada passa a ser disputada por outras legendas e se torna um fator relevante no redesenho da direita em Santa Catarina.




